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A Associação Internacional de Manejo do Estresse (Isma) aponta que 72% dos brasileiros que estão no mercado de trabalho sofrem com alguma sequela relacionada ao estresse. Um desses problemas é a síndrome de bornout, um esgotamento profissional que foi incluído pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na nova Classificação Internacional de Doenças. A entidade explica que se trata de um “fenômeno ligado ao trabalho”.

O bournout é o estágio mais avançado do estresse no ambiente corporativo, com sintomas como cansaço excessivo (físico e mental), dor de cabeça, insônia, sentimento de derrota e insegurança, alterações de humor, pressão alta e até problemas cardíacos.

Evitar todos os problemas relacionados ao estresse, incluindo a queda na produtividade, passa pela melhoria da qualidade de vida no trabalho. Muitas empresas estão investindo na oferta de ajuda psicológica e atividades físicas como a yoga corporativa, feita na cadeira do escritório mesmo.

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Foto de perfil de Maurício Prates
Maurício Prates nasceu em Cachoeiro de Itapemirim e a comunicação em sua vida começou muito cedo. Aos 11 anos, em 1954, produziu o seu primeiro jornal. Um jornalzinho que falava da escola, dos estabelecimentos de ensino professor Alfredo Herkenhoff. Foi até a papelaria Vieira e pesquisou com Geraldino Poubel o preço da publicação e em seguida percorreu o comércio para vender anúncios e cobrir a despesa do seu primeiro jornal. Não ganhou nada. Só mesmo experiência. No mês seguinte a história mudou e além de publicar o segundo número do jornal, ainda sobrou dinheiro para comprar um sapato novo, ir ao cinema e tomar, de uma só vez, três sorvetes na " Polar", a mais tradicional sorveteria da cidade. E não parou mais. E de lá para cá, deu no que deu! Maurício é bacharel em direito, mas nunca exerceu advocacia. É jornalista e radialista com registros no ministério do trabalho. Tudo guardado em sua carteira de trabalho. Uma única carteira, assinada somente por empresas do grupo João Santos. Sua magistral universidade de vida. O primeiro contrato de trabalho foi na fábrica de cimento, como auxiliar administrativo; depois foi para o Jornal Arauto - que circula desde de 1976 sob sua direção -. em 1978 foi contratado pela Nassau Editora Radio e TV e montou A Tribuna fm Cachoeiro. Em 1982 veio para Vitória dirigir a rede A Tribuna onde ficou até 1998, quando fez um acordo com A Tribuna, fechou o seu contrato de trabalho e lançou a sua coluna diária em A Tribuna, no dia 08 de outubro de 1998. "O grupo João Santos é, e sempre será uma extensão na minha vida, não somente profissional, mas principalmente pela formação de minha vida", diz Maurício Prates para quem quer ouvir.

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