Sua segurança

Morador de um condomínio de luxo na Praia do Canto solicitou ontem a gravação dos últimos três dias das câmeras que monitoram tudo no prédio, inclusive elevadores, para checar a entrada de um entregador de mercadorias. A recepção falou: “Já reclamei muito. Todos os moradores acham que há alguma coisa gravada, mas o equipamento está pifado há dois meses”. O susto vale para todos. Confira como está no seu condomínio.
 
De berço
O ato de dar um bom dia, segurar a porta do elevador para o outro entrar ou sair, entre outros lances em favor do próximo, é educação, e não submissão. Mas não é bem assim que acontece e  é visto por muitos. Pelo contrário, em várias situações assim, o educado é desdenhado inclusive por aquele que recebeu uma atenção parecida.
 
 
BELEZA e charme. Nina Tass e Fabiane Giestas
(Renata Pacheco)

 
Falou tudo
“O Brasil não precisa ser sócio minoritário de um supermercado para garantir mercado lá fora”, disse Carlos Lessa, ex-presidente do BNDES. A instituição fez aporte de R$ 4 bilhões, dinheiro público – meu, seu, de todos nós! –, para viabilizar a união do Pão de Açúcar, leia-se Abílio Diniz, com o Carrefour. Se algum capixaba dono de um pequeno supermercado no interior do Estado, por exemplo, tentar algo ínfimo, nem resposta terá. Brasil!
 
Sentimento de assalto
O preço da costelinha de porco é de R$ 80,00 o quilo. O da picanha, R$ 97,00. E mais 10% que vêm na conta de forma obrigatória, sem indagar ao cliente se ele aceita ou não. O ataque ocorre num bar de rua em Jardim Camburi, com toaletes inaceitáveis e asseio geral abaixo da crítica. Os preços dos restaurantes em Vitória têm assustado o cliente local, e muito mais o turista. Uma moqueca de lagosta esbarra em R$ 200,00! Nem em São Paulo, na Oscar Freire!
 
Tensão
A polícia de Cachoeiro de Itapemirim diz que apresenta em 15 dias o nome do responsável pela morte de Eulina Andrade, de tradicional família da Capital Secreta, ocorrida há três meses. Ela foi atacada em seu apartamento num edifício no centro da cidade. O tema mexe com a cidade e as versões sobre o crime são as mais novelescas possíveis.
 
Pistas de corrida
Vamos continuar martelando. Há necessidade de multar o dono, tomar sua carteira e reter o veículo, inclusive motos, que aceleram acima de 60 quilômetros por hora, um absurdo!, nas ruas e avenidas de Vitória, mais notadamente na Reta da Penha, na avenida Américo Buaiz e em Camburi. Se não há lei para isso, que se faça!
 
Seleção
Somos um dos quase 200 milhões de técnicos de futebol deste Brasil da bola. Vai daí. O técnico Mano Menezes desponta para o anonimato no cobiçada cargo. Na Copa de 2014, vai assistir aos jogos na arquibancada. Com um timão daquele nas mãos, não conseguir fazer uma mexida certa no segundo tempo, é pedir para sair. Aceito apostas e já dou vantagem de dois por um.
 
Turi$mo
“O momento é oportuno para unir esforços e encarar desafios”. A frase é do presidente da Fecomércio, José Lino Sepulcri, que acaba de lançar a Câmara Empresarial de Turismo do Espírito Santo (CET-ES). O objetivo é debater assuntos de interesse do setor, cobrar a execução de políticas públicas e contribuir para o fomento do segmento turístico em território capixaba. Boa!
 
EM SEU chá-de-fralda à espera de Lorenzo, a bonita Pilar e o marido Pablo Aguete com a futura vovó Elia Marly Lucas
(Nanda Prates)
 

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Maurício Prates nasceu em Cachoeiro de Itapemirim e a comunicação em sua vida começou muito cedo. Aos 11 anos, em 1954, produziu o seu primeiro jornal. Um jornalzinho que falava da escola, dos estabelecimentos de ensino professor Alfredo Herkenhoff. Foi até a papelaria Vieira e pesquisou com Geraldino Poubel o preço da publicação e em seguida percorreu o comércio para vender anúncios e cobrir a despesa do seu primeiro jornal. Não ganhou nada. Só mesmo experiência. No mês seguinte a história mudou e além de publicar o segundo número do jornal, ainda sobrou dinheiro para comprar um sapato novo, ir ao cinema e tomar, de uma só vez, três sorvetes na " Polar", a mais tradicional sorveteria da cidade. E não parou mais. E de lá para cá, deu no que deu! Maurício é bacharel em direito, mas nunca exerceu advocacia. É jornalista e radialista com registros no ministério do trabalho. Tudo guardado em sua carteira de trabalho. Uma única carteira, assinada somente por empresas do grupo João Santos. Sua magistral universidade de vida. O primeiro contrato de trabalho foi na fábrica de cimento, como auxiliar administrativo; depois foi para o Jornal Arauto - que circula desde de 1976 sob sua direção -. em 1978 foi contratado pela Nassau Editora Radio e TV e montou A Tribuna fm Cachoeiro. Em 1982 veio para Vitória dirigir a rede A Tribuna onde ficou até 1998, quando fez um acordo com A Tribuna, fechou o seu contrato de trabalho e lançou a sua coluna diária em A Tribuna, no dia 08 de outubro de 1998. "O grupo João Santos é, e sempre será uma extensão na minha vida, não somente profissional, mas principalmente pela formação de minha vida", diz Maurício Prates para quem quer ouvir.

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