PÉROLAS

“Não podemos fingir que não existe uma paz e uma harmonia contínuas. É se reconectar, sempre, com a ideia de que temos o dom de viver.”

Mario Sergio Cortella, filósofo e escritor, sobre gratidão à vida.

“Eu prefiro, em vez de dar uma tuitada, chamar para conversar.”

Flávio Bolsonaro, senador, sobre os diferentes estilos de condução em relação ao irmão Carlos, que faz muito barulho no Twitter.

“E ainda posso amamentá-la.”

Geralda Pimentel, dona-de-casa que engravidou aos 61 anos de idade sem fazer qualquer tipo de tratamento.

“O jovem precisa ter a capacidade de ser empreendedor, proativo, ético e colaborativo.”

Cassiano Zeferino, PhD em Educação, que participou de congresso em Vitória.

A BELA aniversariante de hoje, Luiza Martins, que comemora seus 18 anos

Eles nas redes sociais

“Bem-aventurados os que não precisam de óculos para colocar uma linha na agulha.”

Syria Luppi

***

“Se você quer um ano de prosperidade, cultive trigo. Se você quer dez anos de prosperidade, cultive árvores. Se você quer cem anos de prosperidade, cultive pessoas. (Provérbio chinês)”

@andretrig

Caçadores de validade

Porque hoje é domingo! Consumidores capixabas estão nos supermercados em busca de produtos vencidos. Tudo para receber de forma imediata e sem custo um produto igual ou similar, dentro do prazo de validade – direito estipulado desde 2016 no Estado. No Carrefour, atendente de caixa citou um dos inúmeros casos. “Tem um senhor aposentado que vem toda semana e só vai embora depois que encontra um produto vencido. Já levou para casa vários queijos e até bacalhau”, conta.

Mamão na moda

O mamão papaia capixaba caiu no gosto dos europeus: um prazer recente deles é degustar a fruta com iogurte no café da manhã. Rodrigo Martins, presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Papaya (Brapex), diz que o fato de o mamão ter dificuldade de ser exportado via marítima, por ser uma fruta muito perecível, faz com que os preços sejam menos competitivos, já que o transporte aéreo é consideravelmente mais caro. Em 2018, o mamão representou US$ 22 milhões em exportações no Estado.

Solução para erosão

Guarapari recebe em novembro um workshop com a presença dos principais pesquisadores e cientistas nacionais e internacionais para debater a questão da erosão que atinge a orla de Meaípe e região. O professor Marcos Tadeu D’Azeredo Orlando, que integra a equipe de pesquisa de areias monazíticas, diz que a solução de imediato seria a engorda da praia para resolver o problema em curto prazo. “Queremos dar o diagnóstico amplo para que a engenharia entre e faça a correção para 200 anos. Não é muro”, ressalta.

Micronamoro

Uma das maneiras de aproveitar momentos a dois, depois do nascimento dos filhos, atende pelo nome de “micronamoro”, termo criado pelos britânicos para resgatar o romance. Trata-se de capitalizar os pequenos momentos compartilhados ao longo do dia, até que haja tempo. “Compartilhar um café e uma conversa, uma videochamada no horário de almoço ou até textos de paquera. Nada deve substituir o ‘olho no olho’”, sugere a coach Danielle Colley.

NA ABERTURA da exposição “De Pedras a Pássaros, Direções e Sentidos”, na OÁ Galeria, a anfitriã Thais Hilal e Hilal Sami Hilal
(Vitor Bermudes)

Gin em lata

A “Ginta”, gin tônico artesanal harmonizado com aromas naturais, é resultado das experiências na cozinha do bartender ítalo-carioca Nicola Bara. A bebida já vem com o botânico pronto – basta abrir a lata, colocar gelo e brindar. É uma das exclusividades do Empório Joaquim, que inaugura amanhã, às 18h, no Day By Day, com produção artesanal de alimentos, como pães de fermentação natural, massas, doces e saladas, pela chef Patrícia Santos Neves.

Qualidade nos rios

O projeto Observando Rios, parceria da Fundação Otacílio Coser (Foco), SOS Mata Atlântica e Ifes, monitora os rios Marinho e Aribiri, em Vila Velha. E os resultados apontam que é preciso intensificar o cuidado com as bacias capixabas: de 13 pontos analisados, apenas dois apresentaram boa qualidade da água. “Amostras de água desses rios são analisadas em laboratório e alimentam base de dados nacional sobre qualidade da bacia hidrográfica remanescente da Mata Atlântica”, explica Ana Paula Carvalho, coordenadora de projetos da Foco.

Contribuição sindical

Com a Reforma Trabalhista, o trabalhador pode decidir se deseja ou não fazer a contribuição sindical. A novidade traz um novo cenário para os sindicatos, que precisam se reinventar na relação com os empregados. “Temos uma queda nos empregos tradicionais e um aumento no número de empreendedores. Os sindicatos precisam se adaptar a essa nova realidade”, comentou a especialista Roberta Valiatti.

Fritadeira elétrica?!

Em vez de fritadeiras, os eletrodomésticos que prometem fritar sem óleo, a tal airfryer, deveriam ser chamados de forninhos elétricos, diz o professor de Química Jorge Gut. “São forninhos com um ventilador dentro, capaz de aumentar a velocidade do aquecimento do alimento. Quanto mais tempo ele fica exposto a essa temperatura alta – que pode chegar a 200°C –, mais seco vai ficar. Se a pessoa vai com a percepção de que vai consumir um alimento frito, vai se decepcionar. Agora, se a ideia é diminuir o consumo de gordura, pode ser uma boa alternativa”, avalia.

Não custa nada Assim como ocorre nas vitrines das lojas físicas, produtos anunciados nas redes sociais, em especial o Instagram, deveriam ter o preço informado. Imagina para cada peça que olhar ter que perguntar o preço?! Não há nada falando nos “termos de uso” proibindo as empresas disso. É mais uma questão de estratégia do negócio. A história de tentar prender o cliente numa conversa privada não é garantia de venda. Fora que muitos desistem de uma possível compra, mesmo interessados no produto, porque não querem perder tempo

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Maurício Prates nasceu em Cachoeiro de Itapemirim e a comunicação em sua vida começou muito cedo. Aos 11 anos, em 1954, produziu o seu primeiro jornal. Um jornalzinho que falava da escola, dos estabelecimentos de ensino professor Alfredo Herkenhoff. Foi até a papelaria Vieira e pesquisou com Geraldino Poubel o preço da publicação e em seguida percorreu o comércio para vender anúncios e cobrir a despesa do seu primeiro jornal. Não ganhou nada. Só mesmo experiência. No mês seguinte a história mudou e além de publicar o segundo número do jornal, ainda sobrou dinheiro para comprar um sapato novo, ir ao cinema e tomar, de uma só vez, três sorvetes na " Polar", a mais tradicional sorveteria da cidade. E não parou mais. E de lá para cá, deu no que deu! Maurício é bacharel em direito, mas nunca exerceu advocacia. É jornalista e radialista com registros no ministério do trabalho. Tudo guardado em sua carteira de trabalho. Uma única carteira, assinada somente por empresas do grupo João Santos. Sua magistral universidade de vida. O primeiro contrato de trabalho foi na fábrica de cimento, como auxiliar administrativo; depois foi para o Jornal Arauto - que circula desde de 1976 sob sua direção -. em 1978 foi contratado pela Nassau Editora Radio e TV e montou A Tribuna fm Cachoeiro. Em 1982 veio para Vitória dirigir a rede A Tribuna onde ficou até 1998, quando fez um acordo com A Tribuna, fechou o seu contrato de trabalho e lançou a sua coluna diária em A Tribuna, no dia 08 de outubro de 1998. "O grupo João Santos é, e sempre será uma extensão na minha vida, não somente profissional, mas principalmente pela formação de minha vida", diz Maurício Prates para quem quer ouvir.

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