A carteira estudantil digital começará a ser emitida em 90 dias, a partir de 9 de dezembro, segundo a medida provisória que dispõe sobre o pagamento de meia-entrada publicada em 9 de setembro no Diário Oficial da União.

O documento estará disponível nas lojas Google Play e App Store, para que os estudantes baixem em seus smartphones e possam pagar meia-entrada em shows, cinema, teatro e outros eventos culturais. Ao solicitar a carteira digital, o usuário consente em compartilhar seus dados cadastrais e pessoais com o Ministério da Educação (MEC) para subsidiar o banco de dados nacional dos alunos, o Sistema Educacional Brasileiro.

A carteirinha digital poderá ser emitida pelo MEC, Associação Nacional de Pós-Graduandos, União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), entidades estudantis estaduais, municipais e distritais, diretórios centrais dos estudantes, centros e diretórios acadêmicos e outras entidades de ensino e associações representativas dos estudantes. O MEC poderá ainda firmar contrato com a Caixa para emissão gratuita do modelo físico da carteira de identificação estudantil.

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Maurício Prates nasceu em Cachoeiro de Itapemirim e a comunicação em sua vida começou muito cedo. Aos 11 anos, em 1954, produziu o seu primeiro jornal. Um jornalzinho que falava da escola, dos estabelecimentos de ensino professor Alfredo Herkenhoff. Foi até a papelaria Vieira e pesquisou com Geraldino Poubel o preço da publicação e em seguida percorreu o comércio para vender anúncios e cobrir a despesa do seu primeiro jornal. Não ganhou nada. Só mesmo experiência. No mês seguinte a história mudou e além de publicar o segundo número do jornal, ainda sobrou dinheiro para comprar um sapato novo, ir ao cinema e tomar, de uma só vez, três sorvetes na " Polar", a mais tradicional sorveteria da cidade. E não parou mais. E de lá para cá, deu no que deu! Maurício é bacharel em direito, mas nunca exerceu advocacia. É jornalista e radialista com registros no ministério do trabalho. Tudo guardado em sua carteira de trabalho. Uma única carteira, assinada somente por empresas do grupo João Santos. Sua magistral universidade de vida. O primeiro contrato de trabalho foi na fábrica de cimento, como auxiliar administrativo; depois foi para o Jornal Arauto - que circula desde de 1976 sob sua direção -. em 1978 foi contratado pela Nassau Editora Radio e TV e montou A Tribuna fm Cachoeiro. Em 1982 veio para Vitória dirigir a rede A Tribuna onde ficou até 1998, quando fez um acordo com A Tribuna, fechou o seu contrato de trabalho e lançou a sua coluna diária em A Tribuna, no dia 08 de outubro de 1998. "O grupo João Santos é, e sempre será uma extensão na minha vida, não somente profissional, mas principalmente pela formação de minha vida", diz Maurício Prates para quem quer ouvir.

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