Muitos blogueiros e famosos compram peças de roupas só para postar em suas redes sociais. É uma geração que quer se expressar, mas ao mesmo tempo se preocupa com questões como consumo consciente e o impacto da indústria da moda no meio ambiente. Para essas pessoas, a nova tendência são as roupas virtuais, peças criadas exclusivamente para serem inseridas digitalmente em fotografias. Funciona assim: o cliente escolhe uma roupa online e envia uma foto que será manipulada e editada virtualmente, utilizando ferramentas de efeitos visuais e softwares de animação, para sair “vestido” na imagem com a roupa nova.

A peça comprada não é enviada fisicamente, mas segue algumas regras para garantir sua exclusividade – como um número limitado de vezes que pode ser vendida. Uma das pioneiras nesse setor é a escandinava Carlings, que vende cada peça somente 12 vezes, ao preço médio de 10 a 30 euros (R$ 57,00 a R$ 170,00). “Criamos um novo jeito de pensar o consumo. Não importa qual tamanho você veste, o formato é adaptado digitalmente para cada corpo”, disse o CEO, Ronny Mikalsen. Outra marca no segmento é a alemã The Fabricant. É o planeta hoje! O que ainda virá, hein? Que venha!

ROUPAS virtuais são inseridas digitalmente nas fotos enviadas pelos clientes, que usam as imagens para postar em suas redes sociais
(Divulgação)

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