Com o título “Sonhar Colorido Faz Bem”, o 27º Festival de Cinema de Vitória traz o conceito de transversalidade para sua identidade visual, ao unir o cinema e as artes visuais, tendo como inspiração a obra do artista Hélio Coelho.

Repetindo a parceria de sucesso realizada em 2019, a artista de formação, crítica de arte, curadora e produtora, Neusa Mendes, volta a assinar a concepção da identidade visual do Festival de Cinema de Vitória. Os trabalhos de Hélio Coelho, escolhidos para ilustrar a marca e a programação visual do festival, foram as obras “Helicóptero”, datada de 1985; e “Pele”, de 2002, que fazem parte do acervo da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

Para a diretora do Festival, Lucia Caus, é uma honra ter o trabalho do artista nesta edição do evento. “A obra de Hélio Coelho trata de assuntos que dialogam diretamente com o mundo contemporâneo, como a natureza e a espiritualidade, e tendo a profusão de cores como um dos elementos da sua criação. Jogar luz sobre esses temas e sobre o trabalho deste grande artista é uma honra para o Festival de Cinema de Vitória”.

O artista

Hélio Coelho, artista (divulgação)

Autodidata oriundo de Resplendor (MG), e residente há anos no município de Vila Velha (ES), Hélio Coelho é designer, artista plástico, ilustrador e produtor gráfico. Realizou sua primeira exposição no Centro de Artes da UFES, em 1980, e não parou mais, se tornando referência e um dos artistas mais importantes da cena cultural capixaba.

Em mais de 30 anos de carreira, seus trabalhos já estiveram em exposições individuais na Itaú Galeria, em São Paulo; na Galeria Ana Terra e na Matias Brotas, no Espírito Santo, além de mostras coletivas no Museu de Belas Artes, no Rio de Janeiro; na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), em São Paulo; e no Museu Vale, no Espírito Santo.

No seu currículo constam premiações em salões e várias mostras coletivas, tais como prêmio aquisição no “I Salão Nacional de Arte do Espírito Santo” (década de 80), prêmio aquisição no “I Salão de Arte da Câmara Municipal de Vitória” (década de 90) e prêmio aquisição no “III Salão de Artes Plásticas” promovido pelo Departamento Estadual de Cultura, atual Secretaria de Estado da Cultura (década de 90).

Festival

Respeitando todos os protocolos de mitigação de contágio do COVID-19, o Festival de Cinema de Vitória também se materializa de forma diferente em 2020. Programado para o mês de novembro, o evento será realizado em formato online e com Sessão Drive-in, em sintonia com as adaptações que estão sendo realizadas no setor cultural em função da pandemia.

“Estamos acompanhando toda esta situação no Brasil e no mundo e estudando as experiências de festivais de música, cinema e teatro de países como Alemanha, Argentina e Portugal. A evolução da pandemia e como as curvas se comportam vão dizer se será possível, quem sabe, fazer o Festival presencial, mas até o momento seguimos online e em casa.” afirma Lucia Caus, diretora do Festival de Cinema de Vitória.

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Maurício Prates nasceu em Cachoeiro de Itapemirim e a comunicação em sua vida começou muito cedo. Aos 11 anos, em 1954, produziu o seu primeiro jornal. Um jornalzinho que falava da escola, dos estabelecimentos de ensino professor Alfredo Herkenhoff. Foi até a papelaria Vieira e pesquisou com Geraldino Poubel o preço da publicação e em seguida percorreu o comércio para vender anúncios e cobrir a despesa do seu primeiro jornal. Não ganhou nada. Só mesmo experiência. No mês seguinte a história mudou e além de publicar o segundo número do jornal, ainda sobrou dinheiro para comprar um sapato novo, ir ao cinema e tomar, de uma só vez, três sorvetes na " Polar", a mais tradicional sorveteria da cidade. E não parou mais. E de lá para cá, deu no que deu! Maurício é bacharel em direito, mas nunca exerceu advocacia. É jornalista e radialista com registros no ministério do trabalho. Tudo guardado em sua carteira de trabalho. Uma única carteira, assinada somente por empresas do grupo João Santos. Sua magistral universidade de vida. O primeiro contrato de trabalho foi na fábrica de cimento, como auxiliar administrativo; depois foi para o Jornal Arauto - que circula desde de 1976 sob sua direção -. em 1978 foi contratado pela Nassau Editora Radio e TV e montou A Tribuna fm Cachoeiro. Em 1982 veio para Vitória dirigir a rede A Tribuna onde ficou até 1998, quando fez um acordo com A Tribuna, fechou o seu contrato de trabalho e lançou a sua coluna diária em A Tribuna, no dia 08 de outubro de 1998. "O grupo João Santos é, e sempre será uma extensão na minha vida, não somente profissional, mas principalmente pela formação de minha vida", diz Maurício Prates para quem quer ouvir.

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